Lufadas de vento quente na janela aberta
Golfadas de raios de sol, invernam verão
Há secas matando nossas descobertas
As vidas que ficam, que vidas serão?
Sobrevivem alguns bem estabanados
Em miséria ou suplício que aqui inda se vê
Esse nordeste parece ser terra pecado
Melhorar tudo isso, quem pode fazer?
Se politicagem é prática, sempre de novo
E nada se faz, em benefício do todo
Certamente mudanças é necessário então
Comecemos com o voto, banindo esses páreas
Nordestino é gente, não somos canalhas
E esse povo outro rumo por certo terão.
Josue Ramiro Ramalho
Nesta Diversidade Poiética do escritor, poeta,filósofo e educador Josue Ramiro Ramalho, o seu deleite através da boa poesia, contos, anedotas e causos para todos os amantes da cultura e das artes. Conheça agora este poeta natural de Penedo Alagoas que abraçou a Bahia de todos os encantos como sua terra mater. A boa poesia, informação e muito mais em forma de arte, está agora a sua disposição. Aproveite!Se extasie, bisbilhote tudo e comente. Seu comentário pode fazer grande diferença.
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Última Passagem
Lutar para não sucumbir
Enquanto vida
Ainda resta
Na efêmera
Passagem do tempo
Não lamentar
Os caminhos mal resolvidos
Não lamentar
Os amores questionados
Não lamentar
A ciência das palavras não ditas
Lúgubre
A eterna juventude se foi
Suavizar a ternura
Com o vento da inquietação
Já não é cortezia
Sonhos...
Sonhos...
Sonhos...
Pesadelos todo dia!
As folhas caem
Ao sabor dos ventos
A terra gira
Sob a revolta dos deuses
O tic tac do relógio
Afugenta a noite
De encantos sob a lua
Nessa minha fosforescência
Já é hora de acordar...
Para a última passagem!
Josue Ramiro Ramalho
Enquanto vida
Ainda resta
Na efêmera
Passagem do tempo
Não lamentar
Os caminhos mal resolvidos
Não lamentar
Os amores questionados
Não lamentar
A ciência das palavras não ditas
Lúgubre
A eterna juventude se foi
Suavizar a ternura
Com o vento da inquietação
Já não é cortezia
Sonhos...
Sonhos...
Sonhos...
Pesadelos todo dia!
As folhas caem
Ao sabor dos ventos
A terra gira
Sob a revolta dos deuses
O tic tac do relógio
Afugenta a noite
De encantos sob a lua
Nessa minha fosforescência
Já é hora de acordar...
Para a última passagem!
Josue Ramiro Ramalho
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